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Cinema -O diário de Bridget Jones

Elenco: Renee Zelwegger, Hugh Grant, Colin Firth, Jim Broadbent, James Callis

Título original: Bridget Jones's Diary
Realizador:Sharon Maguire
Produção: Tim Bevan, Jonathan Cavendish, Eric Fellner
Guião: Helen Fielding, Andrew Davies, Richard Curtis

Classificação: M/12
Género: Comédia
Duração: 97 min

Site Oficial: http://www.msn.com.br/bridget/default.asp




 

Sinopse

Chega aos cinemas a adaptação do best-seller de Helen Fielding, O Diário de Bridget Jones. O papel título ficou para a americana Renée Zellweger que foi obrigada a ter aulas especiais para desenvolver o sotaque britânico e engordar 10 quilos para encarnar a personagem.
Bridget Jones está na casa dos trinta anos, não tem namorado e é cobrada constantemente pela família e amigos para mudar esta situação. A história começa no primeiro dia do ano com uma lista de promessas anotadas num diário que deverá reflectir também os progressos realizados por Bridget. Entre os objectivos a atingir estão a perda de peso, parar de fumar, diminuir a bebida e não sair com homens misóginos.
As coisas não correm como o esperado, principalmente quando ela se envolve com o seu chefe, Daniel Cleaver (Hugh Grant), que com as suas dúvidas e falta de carácter não colabora para que Bridget cumpra suas metas. Além disso, o advogado Mark Darcy (Colin Firth) também compete pelas atenções de Bridget, mesmo que a primeira vista pareça chato e esnobe.
O filme não está apenas centrado nos envolvimentos amorosos da personagem principal, também é possível rir muito das gafes cometidas com uma frequência inacreditável, tornando o filme uma diversão leve e bem humorada para todo o tipo de público.




Comentário

É possível que os leitores do livro fiquem um pouco decepcionados com o filme. Não porque esteja muito diferente da história original, e nem porque os personagens estejam mal caracterizados, mas simplesmente porque um livro é mais aprofundado, sendo impossível contar os detalhes de quase 300 páginas em menos de duas horas.
Entretanto para os que não possuem referência e mesmo para os leitores, o filme reserva surpresas agradáveis como a própria Bridget Jones, muito bem desenvolvida por Renée Zellweger e o chefe mulherengo vivido por Hugh Grant.
Ao condensar as acções em sequências rápidas, perde-se um pouco das motivações e da possível identificação pessoal com uma personagem ou outro. Contudo, como a própria autora participou da transposição do texto literário para o argumento cinematográfico, as pequenas alterações são perfeitamente coerentes, possibilitando surpresas deliciosas, como a briga dos dois "pretendentes" de Bridget ao som de It´s rainning men.
Definitivamente esta é a comédia do verão e deve agradar homens e mulheres na mesma proporção.


(*) Textos de Gláucia Guerra especialmente para o regiaocentro.net

Uma realização Ectep,Lda.