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Sinopse
Wes Craven "apresenta" este filme, que não tem
correspondido às expectativas da maioria dos espectadores,
mas que não deixa de ter efeitos especiais interessantes,
e trazer uma nova versão da mitologia dos vampiros, ou mais
precisamente de Drácula.
Numa versão contemporânea, porque os tempos são
outros, assistimos às peripécias de um grupo de pessoas
e do seu indesejado envolvimento com determinada personagem...
Ao assaltar uma casa, pertença de um antiquário (Abraham
Van Helsing), esperando encontrar valiosas obras de arte, um grupo
de assaltantes liberta o conde Drácula. Isso vai causar,
é claro, muitos estragos e desgostos. Sedento de sangue,
após tanto tempo em clausura na cripta selada há mais
de cem anos, ele parte para os Estados Unidos, para New Orleans,
em busca de compreensão e não só... procurando
Mary, a filha de Van Helsing, o seu impulso vai crescendo e a tentação
é grande. Será que Mary vai ajudá-lo? Conseguirão
as forças do Bem superar as dos Mal?
Com muita acção e algum suspense, vamos assistindo
à aventura de um grupo de pessoas que descobre novas sensações
e emoções (nem sempre das melhores...) e também
a certas surpresas.
A Banda Sonora é muito boa.
Comentário
Nada de especial, mas com efeitos especiais apelativos.
Não traz grandes novidades à personagem tão
explorada de Drácula, mas consegue situá-lo nos tempos
modernos.
Assaltantes tornados em vampiros (ambos sugam, sem autorização,
o que é de outros...), a curiosidade torna-se "fatal"
para eles.
Com algumas surpresas, assistimos ao desfecho da trama.
O lendário caçador de vampiros, Van Helsing, parece
possuir a vida eterna, como Drácula. Talvez para permitir
o triunfo do Bem sobre o Mal. Senão mal seria...
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(*) Textos de Ana Paula Mesquita especialmente para o regiaocentro.net
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