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A sequela
está ambientada em 1935, dez anos após os eventos do primeiro
filme. O casal, Rick O´Coneell (Fraser) e Evelyn (Weisz), mora
em Londres e tem um filho de oito anos - Alex (Freddie Boath).
Ao ocorrer uma cadeia de acontecimentos, o corpo de Imhotep (Vosloo)
ressuscita em pleno Museu Britânico. Mais uma vez a múmia começa
a andar pela Terra, determinada a conseguir a sua imortalidade.
Entretanto, a continuação acrescenta um novo elemento: uma força
proveniente do misticismo do antigo Egipto liberada num ritual
de magia negra ainda mais poderosa...
Quando estas duas forças se encontram, o destino do mundo está
em perigo. A missão dos O´Connell consiste em salvar o planeta
de um demónio cruel e resgatar o filho sequestrado pelas forças
maléficas, antes que seja tarde.
Comentário
A crítica costuma a ser severa com os filmes de acção. A culpa
é do pouco conteúdo e da falta de coerência nas histórias. Com
o Retorno da Múmia o padrão não se repete. Não que os críticos
digam que este é o filme do século. Não chega a tanto.
No entanto, eles têm sido muito complacentes, tanto os americanos
como os portugueses.
Segundo Paul Clinton, crítico de cinema da CNN, o filme tem um
"toque" de Gremlins, E.T e Indiana Jones. "O resultado é uma ave
rara, a sequela é melhor que o original", conclui. Rui Henriques
Coimbra do jornal Expresso (05/05/01) comenta que gostou, mesmo
com todo o aparato americano de explosões e histeria contidos.
O público americano concorda com a crítica. Desde o fim de semana
de estreia (04 de Maio) que o Retorno da Múmia está em primeiro
lugar no ranking dos mais vistos, arrecadando U$124.224.810 nas
bilheteiras. Nesta sexta-feira, Portugal tem a oportunidade de
assistir a mais este filme de aventura e emitir a sua própria
opinião.
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